Achadas as tuas palavras, logo as comi; as tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração, pois pelo teu nome sou chamado, ó SENHOR, Deus dos Exércitos. Jeremias 15:16

domingo, 18 de outubro de 2026

Quando alguém se converte ao Senhor - 2ª Co 3:12-18

Mensagem de Domingo, 11 de outubro de 2026, na 3ª Igreja Presbiteriana Conservadora de Guarulhos

Pr. Plínio Fernandes

Tendo, pois, tal esperança, servimo-nos de muita ousadia no falar. 13 E não somos como Moisés, que punha véu sobre a face, para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvanecia. 14 Mas os sentidos deles se embotaram. Pois até ao dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido. 15 Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles. 16 Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado. 17 Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. 18 E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.

Intr.

Como vimos em nosso estudo anterior 1, aqui nos caps. 3 e 4 de 2ª aos Coríntios, estamos no cerne, no coração doutrinário dessa carta.

É o ministério da nova aliança, da qual os apóstolos eram seus mensageiros, e da qual nós somos participantes.

Vimos o que significa essa maravilhosa doutrina bíblica.

Dizemos que ela é nova, não porque sejam duas alianças, ou três, ou quatro, mas porque nela temos o cumprimento de tudo o que a antiga dispensação, ou Antigo Testamento, predizia.

O Antigo Testamento era apenas uma sombra, enquanto o Novo é a imagem real.

Esse novo testamento estabelece que entre o Senhor Deus e nós, os crentes em Jesus Cristo, há uma aliança eterna, pela qual ele sempre será o nosso Deus, e nós, eternamente, o seu povo.

Também vimos que esta nova aliança foi selada entre Deus e nós com o sangue de Jesus, a vida de Jesus que foi dada em pagamento pela nossa vida, que foi dada na cruz, satisfazendo a justiça divina.

O precioso sangue de Jesus, isto é, o seu sacrifício, é de valor eterno, infinito, e a sua eficácia também. Por isso, o sacrifício de Jesus é único e suficiente para salvar todos os que creem.

E vimos que essa nova aliança, prometida pelo Pai, selada pelo Filho, foi confirmada em nossa vida pelo Espírito Santo, quando ele derramou sobre nós tudo quanto Jesus conquistou para nós.

Nessa nova aliança recebemos vida, perdão, a lei do Senhor escrita em nosso coração e mente, de modo que andamos nos caminhos do Senhor.

Prop.

Hoje eu quero dar continuidade à descrição dessa doutrina, focalizando primeiro a palavra que Paulo usa, para descrever a nossa resposta à obra do Espírito Santo: conversão.

Desejo destacar os vs. 16-18

Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado. 17 Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. 18 E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.

Nestes versículos, o apóstolo Paulo, ao falar do poder do evangelho, menciona três bênçãos maravilhosas que Deus concede àqueles que se convertem a Jesus Cristo.

Divs.

1. Primeiro, vamos considerar o que é conversão

Já lemos em 3:16 que quando alguém se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado.

Agora leiamos cap. 4:5

Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus.

Conversão é aquele movimento da alma, no qual a mente, o coração, todo o ser interior de uma pessoa se volta para Deus através da fé em Jesus Cristo, reconhecendo a Jesus Cristo como seu Senhor, seu Deus, seu Salvador.

Antes da conversão, uma pessoa pode ter em relação a Jesus as atitudes mentais, ou “de coração", as mais variadas:

Algumas podem ser indiferentes, completamente alheias a Jesus, porque, segundo o entendimento delas, não precisam da religião cristã.

Outras têm certo temor, certo respeito, sabendo que existe um Deus no céu, que Jesus é o Filho de Deus, mas isto não as incomoda muito, de modo que continuam a viver sem buscar a Deus.

Outras têm uma atitude de ferrenha oposição a Cristo e sua mensagem, porque Cristo e sua mensagem condenam suas crenças e seu modo de vida; então assumem uma atitude mista de medo e ódio, a ponto de lutar ativamente contra Cristo e os que nele creem.

Este era justamente o caso do apóstolo Paulo.

Ele não somente era contra o evangelho, como também perseguia os crentes, e os maltratava, e encarcerava, e votava em favor de sua morte.

Mas um dia, quando, partindo de Jerusalém, viajava para a cidade Damasco, onde iria prender alguns cristãos, Paulo foi alcançado por Cristo; teve uma profunda experiência espiritual que resultou na sua conversão.

Vejamos o que ele conta sobre isto em Atos 22:4-10.

Persegui este Caminho até à morte, prendendo e metendo em cárceres homens e mulheres, 5 de que são testemunhas o sumo sacerdote e todos os anciãos. Destes, recebi cartas para os irmãos; e ia para Damasco, no propósito de trazer manietados para Jerusalém os que também lá estivessem, para serem punidos. 6 Ora, aconteceu que, indo de caminho e já perto de Damasco, quase ao meio-dia, repentinamente, grande luz do céu brilhou ao redor de mim. 7 Então, caí por terra, ouvindo uma voz que me dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? 8 Perguntei: quem és tu, Senhor? Ao que me respondeu: Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem tu persegues. 9 Os que estavam comigo viram a luz, sem, contudo, perceberem o sentido da voz de quem falava comigo. 10 Então, perguntei: que farei, Senhor? E o Senhor me disse: Levanta-te, entra em Damasco, pois ali te dirão acerca de tudo o que te é ordenado fazer.

Você notou suas palavras no v. 10? – “Que farei, Senhor? “

Antes deste encontro com Cristo, ódio, oposição; agora, submissão.

Antes da conversão, o ser humano dirige a sua própria vida; segue seus próprios conselhos, anda nos seus próprios caminhos, faz a sua própria vontade.

Antes da conversão, o ser humano se faz senhor, dono de sua própria vida; fecha o seu coração para com Deus, resiste à vontade de Deus.

Mas quando se converte, o ser humano deixa de ser o seu próprio senhor.

Como Paulo, ele se quebranta diante de Jesus, deixa de lado o seu próprio eu pecaminoso, deixa de lado a sua própria vontade, seus próprios propósitos, seus próprios caminhos.

Ele se volta para Jesus, e a grande questão, o impulso, a motivação que passa a dominar a sua alma é: quero fazer a vontade de Deus; e como Paulo, pergunta: – “Que farei, Senhor Jesus? “

Ela já não vive mais para si mesma, ela passa a viver para Deus.

Esta a grande diferença: o não convertido vive para si, o convertido vive para Deus.

Em Atos 26:15-20, testemunhando perante o Rei Agripa, Paulo apresenta mais alguns detalhes da sua conversão.

Então, eu perguntei: Quem és tu, Senhor? Ao que o Senhor respondeu: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. 16 Mas levanta-te e firma-te sobre teus pés, porque por isto te apareci, para te constituir ministro e testemunha, tanto das coisas em que me viste como daquelas pelas quais te aparecerei ainda, 17 livrando-te do povo e dos gentios, para os quais eu te envio, 18 para lhes abrires os olhos e os converteres das trevas para a luz e da potestade de Satanás para Deus, a fim de que recebam eles remissão de pecados e herança entre os que são santificados pela fé em mim. 19 Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial, 20 mas anunciei primeiramente aos de Damasco e em Jerusalém, por toda a região da Judéia, e aos gentios, que se arrependessem e se convertessem a Deus, praticando obras dignas de arrependimento.

No v. 18, ele fala sobre a necessidade do homem que não tem Cristo: ele está nas trevas, e precisa vir para a luz de Deus, ele está sob o poder de Satanás, e precisa vir para o poder de Deus, ele está sob a condenação do pecado, não tem herança entre o povo de Deus (não vai morar no céu).

Então precisa se arrepender e se converter a Jesus.

Agora, em nosso texto de 2ª aos Coríntios, Paulo diz que, quando alguém se converte ao Senhor, certas coisas maravilhosas acontecem. Vejamos então alguns frutos da conversão.

2. As bênçãos da conversão

2.1 – A primeira delas que desejo destacar é “iluminação"

v. 16 - Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado

Para entendermos melhor, leiamos novamente os vs. 13-15

E não somos como Moisés, que punha véu sobre a face, para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvanecia. 14 Mas os sentidos deles se embotaram. Pois até ao dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido. 15 Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles

No v. 13, Paulo está citando um fato narrado no Antigo Testamento, o livro da Antiga Aliança, em Êxodo 34:29-35.

Ali, a Bíblia nos conta que quando Moisés desceu do monte Sinai, depois de estar na presença de Deus, seu rosto estava brilhando, e então ele colocou um véu sobre a cabeça.

Muitas pessoas podem pensar que Paulo, aqui, está fazendo uma crítica a Moisés, como se ele estivesse tentando disfarçar, para que as pessoas não percebessem que o brilho do seu rosto estava passando.

Mas é justamente o contrário. Acho que uma das melhores traduções desse texto é a da versão Almeida 21.

E não somos como Moisés, que colocava um véu sobre o rosto, para que os israelitas não fixassem os olhos no restante da glória que se dissipava.

Paulo está dizendo que Moisés não queria que os israelitas fixassem seus olhos numa glória passageira, que se desvanecia rapidamente. E para que a atenção deles não estivesse no que é passageiro, cobria o rosto.

Então Paulo se utiliza disto como uma ilustração, para dizer que muitas pessoas estão assim diante de Deus e sua Palavra: um véu está colocado sobre suas mentes, seus corações; seus sentidos estão embotados, de modo que não podem compreender claramente a Palavra de Deus.

Me faz lembrar de que, quando era menino, eu gostava de colocar um pano sobre a cabeça, para brincar de “monstro “ ou de “fantasma “ – eu saia andando com o pano na cabeça, e “assustando “ minha mãe; mas eu não enxergava direito, e então minha mãe precisava “parar de ficar assustada “ e me dizer que eu estava indo de encontro a alguma coisa.

Quando eu comecei a frequentar a igreja, a ler a Bíblia, eu me sentia assim com relação às coisas que eram ensinadas: havia um vislumbre de que a Bíblia era um livro santo, que de alguma forma eu deveria levar a sério, mas ao mesmo tempo era um livro antigo, nebuloso, difícil de entender; eu não conseguia compreender o caminho da salvação pela fé em Jesus Cristo.

Mas, graças a Deus, um dia o meu coração não aguentou mais a minha própria teimosia, eu não suportava mais a minha própria dureza, e me rendi aos pés do Senhor Jesus; entreguei minha vida a ele, e o reconheci como meu Senhor.

E então, aquilo que Paulo diz no v. 16 aconteceu comigo: o véu foi retirado, a cegueira espiritual desapareceu, e a Bíblia se tornou para mim a Palavra de Deus, um livro vivo, atual, poderoso, Deus falando comigo, no qual eu tenho sempre a resposta à pergunta: – “Senhor, que queres que eu faça? “

Talvez, para alguns que estão aqui, a Bíblia ainda seja um livro assim, obscuro, como se, ao ler, você tivesse um véu sobre o rosto.

Se isto acontece com você, por favor preste atenção porque é muito sério: veja o que diz o cap. 4:4

Nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.

“O deus deste século “ é uma referência a Satanás, o inimigo das nossas almas.

Mas Jesus quebra o jugo de Satanás; Jesus tira o véu.

Você quer entender a Bíblia? Quer que ela se torne poderosa em sua vida?

2.2 – A segunda bênção que vamos destacar é libertação, ou liberdade

v.17 – Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade

A expressão “Espírito do Senhor “ é uma referência ao Espírito Santo, representante de Jesus, que assim se faz presente na vida de todo aquele que se converte.

O convertido pode dizer como Paulo escreveu em Gálatas 2:20: – “Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim... “ Ou como cantamos: – “Cristo vive em mim... “

E onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.

E o que é liberdade? É o oposto de escravidão. Quando uma pessoa não é convertida, ela e escrava.

Jo 8:31-36 – Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; 32 e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. 33 Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão e jamais fomos escravos de alguém; como dizes tu: Sereis livres? 34 Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado. 35 O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre. 36 Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.

Jesus afirma que o pecado escraviza.

Há os que são escravos da ira, da inveja, do ciúme, da vaidade, do dinheiro, da idolatria, do ressentimento, da imoralidade, e tantas outras coisas semelhantes.

Mas Jesus promete: – “Se vocês me ouvirem, se confiarem na minha palavra, conhecerão a verdade, e a verdade os libertará; se eu os libertar, serão verdadeiramente livres “.

Rm 8:14,15 – Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. 15 Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai.

A escravidão ao pecado tira a paz, a tranquilidade, traz o temor, as noites mal dormidas, traz a consciência culpada, o remorso, o desejo de morrer, de sumir.

A liberdade traz a paz, o sentimento de bem-estar, a serenidade, a certeza de ser amado por Deus, de poder chamá-lo “Aba! (Papai!) Pai! “.

Você é uma pessoa livre do pecado, do medo, da culpa? Tem a certeza de que Deus é seu Pai?

Onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.

Em Lucas cap. 1, quando Zacarias, o pai de João Batista, está profetizando sobre a salvação, ele disse que Deus cumpriu sua promessa...

De conceder-nos que, livres das mãos de inimigos, o adorássemos sem temor, 75 em santidade e justiça perante ele, todos os nossos dias.2

Liberdade para adorar o Senhor: de prostrar-se diante dele, de com os olhos da fé contemplar sua face, de nos deslumbrarmos com a beleza da sua santidade, de nos maravilharmos com sua graça.

Livres de qualquer acusação, livres de qualquer culpa na consciência; livres de todo o medo.

Livres para cantar, para erguer a ele nossas vozes, nossas mãos, nossos corações.

Lembra-se do Rei Davi, quando levando a arca do Senhor para Jerusalém, sentiu-se livre, alegre no Senhor de tal maneira que parecia que o mundo à sua volta havia desaparecido, e era somente ele e o Senhor?

Ou daquele coxo que curado à porta do templo começou a saltitar de alegria?

Vá ordenar a um homem cujo coração está cheio do Espírito de Deus que não louve com todas as suas forças, que não vibre diante do Senhor, que não chore de alegria, que contenha suas emoções.

2.3 – A bênção da transformação na imagem do Senhor

v. 18 – E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.

Com o rosto descoberto... Já não há mais um véu cobrindo nossos olhos, para que não contemplemos a face de Cristo no evangelho.

Na Palavra de Deus, contemplamos a face de Cristo.

Pelo seu Espírito que habita em nós e nos dá a liberdade de nos achegarmos a Deus como Pai.

Então, contemplando a glória do Senhor, vamos sendo transformados, de glória em glória, de esplendor em esplendor, progressivamente, brilhando cada vez mais.

Vamos crescendo, à própria imagem do Senhor, vamos ficando cada vez mais parecidos com Jesus.

Quando uma pessoa se converte ao Senhor, ela não é apenas perdoada, iluminada, libertada; ela começa também um novo processo de vida; costumeiramente nós chamamos esse novo processo de santificação.

O que é ser santo? É ser cada vez mais parecido com Jesus.

É aprender a amar como Jesus.

É aprender a ser doce, meigo de coração como Jesus.

É aprender a ser humilde como Jesus.

Aprender a ser sábio como ele é.

A orar como ele, a ter comunhão com Deus.

Aprender a ser forte diante das tentações.

Aprender a ter serenidade e confiança e paz, mesmo em meio às tempestades da vida.

Aprender a ser justo.

Aprender a ser como Jesus é um processo longo, demorado, mas certo.

Pv 4:18 – Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.

É algo que vai se aperfeiçoando dia a dia, até o dia em que o veremos face a face, olhos nos olhos, e então seremos semelhantes a ele, porque o veremos como ele é, em toda a sua perfeição.

Você quer isto? Quer ser como Jesus? Manso, sábio, forte, confiante, justo, humilde, santo?

Conclusão

A Palavra de Deus nos ensina aqui o que é ser um convertido a Jesus. É ser um filho da sua graça, pois ele faz tudo em nós.

Embora possamos dizer que nos convertemos, esta é uma conversão que ele realiza em nossas almas.

Ele iluminou nossos corações para que compreendamos o Evangelho, para que a Palavra de Deus se torne viva em nossa experiência.

Ele nos libertou da escravidão ao pecado, e deu-nos uma nova liberdade em nosso relacionamento com Deus, na qual podemos chamá-lo de Pai – livres para amar a Deus e viver para ele.

Ele nos transforma a cada dia, uma transformação através da qual vamos crescendo espiritualmente e nos tornando cada vez mais, em nosso caráter e comportamento, parecidos com Jesus.

Aplicação

Quais as implicações destas verdades para cada um de nós?

1. Se você é uma pessoa já convertida a Jesus, se você já se entregou a ele, se ele é o seu Senhor.

Essas verdades são motivos de gratidão, louvor, adoração, serviço – você é livre; o Espírito de Deus habita em você; transforma você a cada dia, dá crescimento a você.

Comunhão com Deus – você é filho de Deus; tenha ousadia para chegar-se a ele a cada dia em oração.

Como naquela linda música, diga a Deus: – “Venho pois, a cada dia, venho cheio de alegria, e me coloco em tuas mãos, pois é fiel “.

Comunhão com o povo de Deus. A comunidade dos santos; a comunidade dos adoradores. Ame a igreja. Ame o povo de Deus. Gente iluminada; livre, transformada.

Obediência: se Jesus é o Senhor de sua vida, não faça sua própria vontade, não viva para si mesmo, pois você sabe que 1) Jesus, nosso doce e suave Jesus, nosso maravilhoso Senhor, é digno do seu amor e obediência e 2) A bênção está sobre aqueles que fazem a vontade de Deus.

Ousadia no testemunhar – fale de Jesus; pregue a Jesus como Senhor, pois todo aquele que se converter será iluminado, livre, transformado.

2. Se você ainda não se entregou a Jesus

Amado, Jesus pode iluminar, libertar, transformar; Jesus pode salvar.

Então, agora mesmo, ore a Deus, invoque o nome de Jesus sobre sua vida, entregue-se a ele dizendo:

– Senhor, até hoje tenho vivido para mim mesmo, tenho controlado minha vida, e o resultado é esta miséria, esta cegueira, esta escravidão; perdoa-me, seja o meu Senhor, transforma a minha vida.

Se você orar assim, buscando a Deus de todo o coração, Jesus lhe atenderá, e a partir de hoje você será outra pessoa.

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1 Você pode acessar essa mensagem clicando aqui

2 Lc 1:74, 75

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